Gerentes de bancos, gestores digitais e casas de análises: em quem confiar?


Gerentes de banco, consultores de corretoras de valores ou indicações de casas de análises?

Em quem confiar e como impulsionar seus investimentos?


Qual o seu grau de conhecimento sobre gerenciamento de carteiras de investimentos e oportunidades no mercado financeiro? Se atribuirmos o número “10” ao mais alto grau de instrução e “1”, onde você nada sabe sobre o assunto, qual a nota que daria para si mesmo?

A falta de conhecimento gera mais dependência na decisão de investir, e esse texto é sobre as possibilidades de apoio que o mercado oferece, sejam gerentes de banco, consultores de corretoras de valores, editores que se passam por experts escrevendo artigos em grandes sites financeiros, casas de análises ou gestoras digitais que operam por robôs advisors.

Gerentes de banco, casas de análise ou gestores digitais: em quem confiar?

O passo essencial: avaliar nossa capacidade de análise no mercado financeiro

Para o leitor mais assíduo do blog, não é novidade que sou um defensor da capacidade individual do ser humano. Vejo em cada pessoa um ser único, com competências, motivações e objetivos distintos. Muitos textos aqui, principalmente sob o rótulo de liberdade política, atestam que defendo com unhas e dentes a liberdade de cada um de nós atuar por si mesmo, sem coerção externa, o que Isaiah Berlin denominou de liberdade negativa.

Contudo, essa atuação no mercado de investimentos deve ocorrer apenas se nos sentimos capazes de realizar escolhas minimamente corretas. Em outras palavras, cada um de nós é responsável por avaliar nossas competências e nossos atos, colhendo as tempestades e frutos gerados pelas nossas decisões.

Lembre-se de que esses “atos” podem ser realizados pelo próprio arbítrio ou pela delegação da decisão à outra pessoa ou empresa: nas duas formas, a responsabilidade será sempre sua. Assim, avaliar seus conhecimentos e experiências no assunto (bem como seus resultados se suas habilidades já foram colocadas em prática), é essencial para definir qual sua pontuação na escala que mencionei no início do texto.

Novamente pergunto: de 1 a 10, qual seria sua avaliação de suas competências como investidor? Se você se atribui o grau 10, não há a necessidade de ouvir ninguém: você julga-se capaz de realizar boas escolhas e não há sentido em continuar a leitura desse texto. Provavelmente, já deve ter atingido a independência financeira.

Se você encontra-se no outro extremo da escala, com nível 1 de dependência de terceiros e não entende nada do mercado financeiro, recomendo aprender o essencial, através de livros e bons artigos na internet e ir construindo seu colchão de segurança. Acesse também a página desse blog sobre liberdade financeira: muitos artigos trazem luz sobre conceitos simples de serem entendidos por qualquer pessoa.

Após essa compreensão básica, é possível atingir a posição 5 da escala. Entretanto, a escala não é, digamos, aritmética, e sim logarítmica. Deixando a pureza matemática de lado, o esforço para galgar novos degraus é cada vez maior, como se eles aumentassem de altura exponencialmente. A posição “5”, não corresponde à metade da sabedoria que existe sobre o mercado financeiro, mas sim ao mínimo que você precisa para não ser enganado nessa área pelos larápios virtuais.

Crie seu tempo, inspire-se, saiba como a dedicação é essencial para construir sua liberdade financeira e alcance, ao menos, a posição 5 na escala. A partir daí, podemos pensar em ouvir e ponderar sobre recomendações de gerentes de bancos, consultores, casas de análises e entender melhor como funciona os robôs advisors. Com responsabilidade, algumas possíveis parcerias podem ser úteis a você. Vamos analisar, de forma geral, cada uma delas.

O gerente de banco e o consultor da corretora

No passado o gerente de banco reinava absoluto. As fontes de informação eram escassas. Revistas sobre economia, raras e mesmo elas, como a Exame, nos traziam informações já atrasadas. Jornais econômicos, só me lembro da Gazeta Mercantil e nossos dedos sujos de tinta após sua leitura. Não existindo internet, éramos seres passivos, condicionados a receber as informações impressas, e a possibilidade de realizar investimentos resumia-se, ao fim, no cafezinho com o gerente de nosso banco.

Hoje o mundo mudou. Delegar ao gerente de banco a administração de nossos investimentos, tornou-se uma atitude de absoluto comodismo, uma vez que a informação está disponível a quem a procura. Significa o ápice em não possuir protagonismo algum na gestão de nosso dinheiro, basicamente, escolhendo não escolher.

Assim como consultores de corretoras de valores, gerentes de bancos trabalham com metas designadas pelos seus empregadores. O cumprimento dessas metas é essencial para futuros bônus ou sua permanência no cargo. A sugestão de investimentos para os clientes passa, portanto, em recomendar produtos que revertam em vantagens para si próprios, e, no caso das corretoras com agentes autônomos, em gerar mais custos de corretagem.

Qual é o menos pior? Difícil dizer… Recentemente, um enorme bafafá surgiu entre a XP Corretora e o Itaú (curiosamente, seu sócio) sobre onde está o maior conflito de interesses. Eu diria que, nessa comparação, é mais interessante conhecer bem a pessoa que lhe oferece a sugestão de investimento e priorizar mais sua ética do que a função que ocupa.

Veja, entretanto, que eles não estão errados em atuar em causa própria. Quando procuramos os melhores investimentos, também atuamos em causa própria. Talvez a estrutura de incentivos seja o problema. Ele sempre vai oferecer o melhor produto para ele porque ele também tem seus boletos para pagar e bocas a alimentar.

Mesmo aceitando os conflitos de interesse e a falta de alinhamento entre as sugestões e os incentivos, use as informações que recebe de forma racional. Os agentes podem até possuir um produto adequado para seu objetivo no momento, mas questione e desconfie sempre.

Em bancos, cuidado com títulos de capitalização, planos de previdência, fundos de investimentos passivos com mais de 0,5% de taxa administração anual ou fundos ativos com taxa superior a 2%. Nas corretoras de valores, procure as de menor custo e cuidado com recomendações que fazem você operar de forma constante (como a troca constante de papéis da “carteira recomendada” ou sugestões de títulos privados de bancos médios: em geral, existe um spread que a corretora cobra em relação ao valor do título comprado pelo próprio banco. Fuja dos COEs também.

“Dicas” de sites financeiros

Sites de notícias financeiras como o portal Infomoney podem oferecer muitas matérias interessantes, sejam através de boas reportagens, cursos e vídeos de entrevistas. Porém, precisamos separar o joio do trigo: existem muitas matérias que são produzidas para gerar clicks, cujo conteúdo é uma afronta à nossa inteligência, induzindo compras e vendas de ativos por motivos estúpidos.

Volta e meia, aparecem matérias que mostram as ações mais recomendadas para a semana, outras que tecem loas a uma empresa específica (induzindo sua compra) ou ainda, informações de mudanças de preços-alvo por gestores de corretoras e “independentes”. O fato é que ninguém pode prever o que vai acontecer com o mercado, e notícias isoladas não trarão sucesso na rentabilidade de sua carteira de investimentos.

O mundo de hoje, representado principalmente pelos mais jovens, tem pressa. É muito mais fácil e rápido procurar e compilar uma opinião aqui e ali do que aprender o mínimo necessário para possuir um bom portfólio de investimentos. Evite correr atrás de “dicas”. Não siga cegamente nenhum “guru”. As pessoas que agem dessa forma, nunca serão protagonistas em seus investimentos, correndo grandes riscos de quebrarem a cara.

Afaste-se das matérias opinativas gratuitas dos grandes sites: em geral, são as piores fontes de informação. Não há ninguém do outro lado que precise prestar contas posteriormente a você. É mais negócio aprender o mínimo sobre o mercado financeiro para criar uma carteira de ativos e usar a consultoria, paga, de casas de análises, sobre as quais comento a seguir.

Assinaturas de casas de análises

Esse mercado foi popularizado pela Empiricus há alguns anos, e logo em seguida, vieram outras empresas como a Eleven FinancialSuno Research, Inversa (que possui sócios comuns com a Empiricus) e Nord Research.

O site Informaremos publicou um novo artigo sobre as casas de análises, mostrando seus produtos, preços e estatísticas no Reclame Aqui, entre outras considerações. Assim, não entrarei nessa seara informativa e focarei apenas na minha opinião como assinante de suas newsletters gratuitas e com o conhecimento de alguns de seus relatórios.

A assinatura de alguns produtos pode ser válida para pessoas que possuem o mínimo de conhecimento do mercado financeiro. Se você ainda não possui o degrau 5 da escala que comentei anteriormente, além da página de liberdade financeira desse blog, utilize em primeiro lugar os materiais gratuitos que a Empiricus e a Suno oferecem para um melhor entendimento de como funciona o mercado financeiro. São de boa qualidade e ajudam a você conhecer mais as empresas.

Posteriormente, você pode escolher os produtos mais adequados ao seu perfil de investidor e aos seus objetivos atuais na jornada à independência financeira e assim, decidir qual será a melhor parceria para você.

A Empiricus é a maior delas, e possui inúmeros pacotes de assinaturas que pode confundir inicialmente o cliente. A Eleven e a Suno possuem uma oferta menor e pregam muito o value investing, assim como a Nord Research. A Inversa parece-me mais restrita, buscando um público com perfil mais agressivo e que acreditam em coelhinho da Páscoa. Pelo teor apelativo das newsletter que recebo, seria a última que eu recomendaria a ser analisada.

Cabe aqui um parêntese à Empiricus. Sendo a mais antiga e a maior, é natural que existam inúmeras queixas de seus produtos, muitas com razões. Ela já foi mais invasiva em suas publicações e materiais de marketing, embora algumas séries ainda possuem um grande grau de chamadas apelativas, mas parece-me que eles estão deixando, aos poucos, esse papel para a Inversa. Os relatórios da Empiricus já divergiram muito de qualidade: alguns muito bons, outros bem fracos. Ultimamente, a empresa vem fazendo uma limpa no seu portfólio, tornando todo o portfólio mais equilibrado e qualificado.

A Suno começou bem, mas em sua diversificação, entendo que perdeu qualidade. Exceto os dois principais analistas, acho o restante da equipe fraca. A Eleven possui um quadro de excelente qualidade, enquanto a Nord equilibra-se entre seus 4 principais sócios, que ficam na média do mercado. Tudo somado e subtraído, a Empiricus possui um time melhor. O espaço aqui é pequeno para opiniões mais específicas, mas caso os leitores tenham interesse em alguma assinatura, podem comentar após o texto e eu, caso a conheça, opinarei sobre ela.

A minha consideração geral nessa postagem é se vale a pena assinar um ou outro produto de uma das casas de análises e minha resposta é sim. Eu mesmo assino alguns. O importante, portanto, é como usar as informações que vêm nesses relatórios. Encorajo aos leitores, longe de seguir cegamente as recomendações dos analistas, usar o trabalho deles a seu favor, principalmente a análise das empresas.

Como usar os relatórios das casas de análises

Muito antes do surgimento das casas de análises, eu já fazia as minhas próprias investigações de valor, a partir dos relatórios das empresas e dos FIIs, que surgiram com mais força no início dessa década. Fiz cursos de contabilidade, comprei livros, fazia análises de FCD e sempre utilizava meus tempos livres para escolher, com base nas minhas premissas, a melhor empresa para se investir. Infelizmente, fazendo esse trabalho solo, eu não conseguia estudar mais do que 15 a 20 empresas com afinco, pois dá trabalho…

Os relatórios das casas de análises permitem uma grande economia de seu tempo, permitindo o acompanhamento de um número maior de empresas e assim, mais possibilidades de incorporação (ou não) em nossa carteira de investimentos. Assim, se você possui um grau mais elevado na escala de conhecimento sobre o mercado financeiro, tipo, 7, 8 ou até mesmo um grau 9, assinar alguns relatórios podem valer a pena pelo tempo que você ganha no dia a dia. E os leitores habituais do blog já sabem como o tempo pode ser importante na nossa vida.

Nesse caso, encorajo o uso dos relatórios como informações ou “insights” adicionais. Como eles possuem muitos analistas prospectando o mercado, é provável que eles “descubram” oportunidades que você não descobriria sozinho. O importante, nesse caso, é, ao final, você avaliar se suas avaliações são procedentes e adequam-se ao seu perfil e à sua estratégia de investimentos.

Uma alternativa que está surgindo é o fornecimento de relatórios analíticos do mercado e empresas por parte das corretoras de uma forma mais ampla e, consequentemente, promovendo uma concorrência com as casas de análises. A XP iniciou esse processo em 2018. Como é de graça, vale assinar por e-mail e considerar as opiniões em sua avaliação geral. Lembrem-se, entretanto, que não existem almoços grátis. Conflitos de interesse sempre podem estar presentes.

Enfim, para as pessoas que ainda não atingiram o grau mínimo de conhecimento na escala, fiquem por enquanto com as assinaturas e materiais gratuitos. Aprendam mais (pode ser uma boa começar com ETFs) e decidam-se quais os produtos mais adequados com base em seu perfil. Atingindo o grau 5, escolham uma estratégia de investimentos, assinem os relatórios mais básicos e sigam as recomendações com as quais vocês sintam-se mais confortáveis.

Para quem não faz do mercado financeiro sua atividade principal (veja os 3 perfis financeiros que defini nesse texto), pode ser uma alternativa melhor do que simplesmente “apostar” sozinho, pedir opinião ao seu gerente de banco ou seguir notícias do Infomoney. Apesar da maior probabilidade de sucesso, seja ciente que analistas não são gurus, e, ao menos a curto prazo, nada garante sucesso em suas considerações.

Se você possui alguma assinatura de uma das casas de análises e quiser compartilhar seu ponto de vista, será de grande valia para enriquecer esse debate!

Investimento em gestoras digitais

A alternativa das gestoras digitais é algo recente, e, sugiro, novamente, no uso do material gratuito para entender como elas funcionam e o que elas oferecem. Tanto a Monetus como a VériosMagnetis Warren possuem excelentes páginas na web, além de um blog onde eles discorrem de vários temas sobre investimentos. Acredito que essa primeira aproximação é importante para um melhor entendimento da atuação da gestora e fortalecimento da confiança.

Essas gestoras buscam agir como uma conselheira de seus investimentos. Elas vão tentar entender o seu perfil e seus objetivos, e com base neles, sugerir e alterar seu portfólio automaticamente para você através dos robôs advisors. Diferentemente de um gerente de banco, eles possuem parcerias com vários fundos, corretoras de valores e instituições bancárias, e com isso, uma maior possibilidade de diversificação.

Algumas delas, como a Monetus e Warren, transformaram-se em grandes plataformas de fundos também. A segunda, inclusive, está tornando referência em oferecer ao investidor os rebates em seus fundos de investimentos. Isso diminui as chances de atuarem em causa própria, embora nada garanta a lisura de suas operações: as recomendações podem sim estar vinculadas a parcerias que elas possuem com os agentes financeiros.

A novidade dessas gestoras digitais é que a maior parte do trabalho (quando não todo ele) é feito por robôs, ou seja, algoritmos que, com base no seu perfil e objetivos, definem a melhor alocação para seu dinheiro, baseadas na Teoria Moderna do Portfólio, publicado inicialmente por Markowitz. A ideia final é deixar seu dinheiro em “piloto automático”, sem influências emocionais, deixando você com mais tempo para se preocupar com outros assuntos dominantes em sua vida.

Lembrem-se, entretanto, que nada é de graça: elas cobram comissão sobre seus ativos. A Monetus cobra 0,60% ao ano sobre o total investido, a Vérios, de 0,40 a 0,65%, e com mais algumas taxas adicionais, pode chegar a 0,95%. Na Magnetis, o custo anual é de 0,40% ao ano, enquanto na Warren é de 0,5% ao ano. São taxas bem razoáveis para uma gestão ativa de um portfólio, muito menores do que a maioria dos fundos de investimentos.

Essas plataformas podem definir um futuro interessante para as alternativas de gestão das carteiras de investimentos, apesar de eu não acreditar que elas ofereçam grandes rentabilidades similares àquelas comandadas por gestores experientes. Mas pode ser uma boa alternativa para pessoas menos interessadas em gastar seu tempo em análises de mercado. Vamos ver como progride esse mercado: quem sabe seja uma nova fronteira sendo aberta para o futuro?

Ah, para registrar: em 2018 iniciei um teste de rentabilidade com as principais gestoras digitais do mercado brasileiro. Expliquei aqui como elas funcionam e tenho atualizado mensalmente o texto com suas rentabilidades acumuladas. Acesse os links caso se interesse por elas.

E você, usa alguma dessas (ou outra) gestora digital? Se puder compartilhar sua experiência nos comentários, será uma grande contribuição aos futuros leitores do artigo.

Resumo e considerações finais

Como os leitores devem ter percebido, nesse artigo desencorajo confiar plenamente em seu gerente de banco ou agente autônomo de sua corretora de valores. Pior ainda é considerar notícias de sites de investimentos para decidir onde investir o seu dinheiro. Toda regra possui alguma exceção, mas acredito que, nesses dois casos, elas serão raras.

Resta aos leitores caminharem sós ou associarem-se às casas de análises, gerenciando seu próprio dinheiro através de recomendações, ou confiarem seu portfólio às gestoras digitais. Tenho alguma experiência no primeiro caso, e também estou alocando um pequeno percentual nas gestoras digitais para conhecer como elas realmente funcionam, comparar seus rendimentos e compartilhar essas informações aos leitores do blog.

A caminhada solo na gestão de nossa carteira de investimentos, que tenho seguido nesses últimos anos, exige tempo. Não há como negar isso. Assinar alguns relatórios de casas de análises podem otimizar melhor a rotina do investidor “profissional”, possibilitando a avaliação de mais empresas e fundos de investimentos imobiliários. Estou, digamos, em uma transição entre uma carteira ativa e passiva e, desde 2019, estou comparando ambas as rentabilidades para avaliar bem essa migração.

Para o “não-investidor” profissional, que possui outra profissão ou não pretende gastar seu tempo no mercado financeiro, as casas de análises possibilitam sugestões que, teoricamente, serão melhores que decisões pessoais, uma vez que são realizadas por “especialistas”. Seguir suas recomendações, entretanto, exige ao menos o conhecimento básico do mercado e um tempo mínimo para realizar as operações, deixando você como protagonista nas alocações de seu portfólio.

Já as gestoras digitais, torna o investidor uma pessoa passiva. Ele será solicitado a responder algumas perguntas iniciais, para definição de seu perfil e de suas metas e a partir daí, mediante a cobrança de uma pequena taxa de administração, deixará o seu dinheiro sob a tutela de um sistema eletrônico, gerenciado pelos gestores responsáveis. Parece tentador, não? Só o tempo vai mostrar se será uma boa escolha ou não.

Explore mais o blog pelo menu no topo superior!…
Para me conhecer mais, você ainda pode… ler sobre minha história aqui, ouvir uma entrevista em podcast ou ainda, assistir uma live no Instagram.

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Danilo
Danilo
2 meses atrás

Ótimo post André.
O meu grau de conhecimento era “0” depois que encontrei seu blog me fez com certeza a melhorar muito. Hoje depois de pesquisar um pouco acredito que devo estar em “5” rs. Hoje não sigo recomendação de investimento de gerente de Banco como já fiz antigamente por exemplo de um títulos de capitalização rs. Agora é tentar melhor a cada dia e tentar ir subindo apesar de ser mais difícil.
Obrigado.

Forte abraço!

Carlos M Marques
Carlos M Marques
2 meses atrás

André, bacana a questão da escala do grau de conhecimento da gama de produtos disponíveis no mercado financeiro. Também a questão de ter conhecimento mínimo de 5 e da escala ser logarítmica. Mas aí vem a questão: Como posso saber se sou 5 ou não? E ainda… Imagino que essa escala seja relativa ao seu grau de conhecimento. Mesmo que seja relativa a outro marco de comparação, ainda fico perdido, e creio que outros leitores também. E aí vem uma sugestão: Que tal publicar um complemento a este artigo com um teste que avalie o grau de conhecimento do leitor… Leia mais »

Frugal
7 meses atrás

Meu amigo, quanto mais o tempo passa, mais eu confio num único cara.
John Bogle.

Apenas a menção desse nome faz 99% do pessoal do mercado financeiro tremer. E assim sempre será.
Ninguém nunca ficou tão ao lado do cidadão médio como esse cara. Ninguém.

Abraço!

AA40
AA40
7 meses atrás

Tomei a liberdade de citar um comentário seu em um post meu. Espero que vc aprove kkk
Abcs

Viver Sem Pressa
7 meses atrás

Oi André, sabe que depois de muito errar nos investimentos, hoje não converso mais com gerente, nem peço ajuda ao analista financeiro, não acompanho as notícias das casas de análise, e acompanho as notícias econômicas de forma mais superficial. Aí a performance da minha carteira começou a melhorar e muito rsrs. Beijos.

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