Rendimentos das carteiras digitais e seus robôs de investimentos (10/19)


Veja a simulação de rendimento dos gestores digitais que operam com os robôs de investimentos nos últimos 15 meses.

E analisem se vale a pena incluí-los em sua carteira de investimentos!


No mês de Julho de 2018, iniciei um experimento com as fintechs que usam, ao menos parcialmente, robôs de investimentos para gerenciar a alocação dos ativos nas carteiras digitais de seus clientes.

O processo inicial de criação das carteiras, comentários sobre as plataformas de operação e algumas reflexões sobre essa modalidade de investimento, podem ser vistos no artigo “Teste comparativo de gestores digitais e seus robôs: qual é o melhor?“.

Veja a rentabilidade das carteiras das gestoras digitais (Magnetis, Monetus, Warren e Vérios) e a performance de seus robôs de investimentos no rendimento do portfólio.
Qual é o melhor robô de investimentos?

Já nesse presente texto, além da rentabilidade atualizada de cada carteira, comento sobre o histórico e a experiência do investidor em seu acompanhamento. Se você já é um leitor habitual, pode ir direto na seção dos últimos comentários e rentabilidades através do índice abaixo.

No mês de novembro de 2019, iniciei a comparação com um novo benchmark: IPCA + 5% ao ano. Veja na seção dos “Resultados acumulados dos robôs de investimentos” os porquês dessa decisão.

Alocação dos ativos e acompanhamentos das carteiras de investimentos

O quadro abaixo resume a alocação percentual em renda fixa e renda variável em cada gestora digital no período. Esses percentuais devem se manter constantes, uma vez que definimos nossa carteira de investimentos com base em nosso perfil de investidor, com a consequente proporção de renda variável atribuída à carteira de investimentos.

Alocação dos ativos de renda fixa e renda variável para cada gestora da carteira digital

Nesse período, obtivemos pequenas variações de alocação, inseridas dentro da estratégia de rebalanceamento pelos robôs de investimentos, que envolve a análise do percentual de variação e custos de movimentações. As gestoras têm cumprido relativamente bem esse papel, embora haja alguma variação mensal nos percentuais:

  • Na Magnetis, o percentual em renda variável mantém-se em torno de 33 a 34%, com a ressalva de que eles possuem um fundo multimercado que se desconhece previamente a alocação de cada um (que podem, inclusive, incluir derivativos). Ele representa cerca de 13 a 14% do total da carteira de investimento. Outros pilares de sua carteira variável são dois fundos que investem basicamente em ETFs de ações brasileiras e norte-americanas, cuja proporção varia em torno de 50/50.
  • Na Monetus a variação da renda variável está entre 32% a 35%, incluindo uma alocação em renda variável americana (IVVB11) correspondente entre 5% a 8% da carteira total. Investe também em ações individuais e ETFs (veja a composição atual aqui). Seu fundo de renda fixa investe atualmente de 50 a 60% em títulos públicos e o restante em crédito privado, embora no início da confecção da carteira eles mantinham uma posição mais conservadora em títulos pós-fixados públicos.
  • Warren mantém um percentual alocado em renda variável entre 33% e 34%, semelhante à Monetus. A alocação entre ações brasileiras e americanas são equivalentes, entre 15% a 19%, com uma ligeira preferência pelas últimas. Isso faz com que sua exposição às condições da economia norte-americana seja a maior entre as gestoras digitais. O fundo de renda fixa investe somente em títulos do Tesouro Direto.
  • Já a Vérios, voltada apenas para renda fixa (veja o porquê no texto inicial da montagem das carteiras), apresenta um equilíbrio entre os títulos do Tesouro Direto pós (que atribuí na tabela o rótulo de curto prazo) e pré-fixados (que aqui inclui também as mistas NTNBs). Ambas correspondem aproximadamente com 50% do portfólio.

Assim, os rendimentos mensais são influenciados pela gestão dos robôs de investimentos, que mantém esse percentual de alocação relativamente constante.


Antes de mostrar a evolução dos rendimentos mensais, seguem alguns comentários sobre a experiência no acompanhamento das carteiras de investimentos nas gestoras digitais, que estará sendo atualizada conforme as gestoras implementem novidades em suas plataformas.

Magnetis

A plataforma da Magnetis, repaginada em outubro/18, entrega as informações de rendimento da carteira em valores brutos (reais) e em termos percentuais do portfólio desde o início de sua confecção. O retorno é oferecido também de forma segmentada nos três pilares que compõem a carteira: renda fixa, renda variável e multimercados.

O saldo apresentado já é descontado dos custos da gestora, porém não considera abatimentos de impostos. Assim, para conhecer o saldo líquido é necessário consultar a gestora por e-mail ou chat ou então, fazer essa checagem na plataforma de sua corretora parceira Easynvest. Os depósitos são feitos através da transferência de valores pela mesma corretora e efetivado através da plataforma da Magnetis após seu saldo estiver disponível na conta da Easynvest.

O gráfico interativo oferece uma ferramenta útil: a comparação com dois benchmarks – rendimentos da poupança e Ibovespa, embora não seja permitido colocar ambos simultaneamente na tela, junto ao rendimento da carteira digital.

Até então, faltava a comparação com o CDI, índice mais desafiador para quem busca um rendimento maior, porém, em fevereiro de 2019, esse recurso foi implementado. A janela temporal do gráfico ainda permite escolher a visualização tanto do rendimento acumulado quanto o rendimento do ano em vigor.

Monetus

A Monetus possui um acompanhamento semelhante à Magnetis, com rendimentos percentuais e brutos, em reais, da carteira de investimentos. Também separa-os nos pilares de renda fixa e variável.

Porém possui uma praticidade maior ao mostrar diretamente o saldo líquido de seu investimento, já descontado dos custos e impostos, com apenas um click no link “valores”.

O gráfico oferece comparação com a poupança e CDI, ou seja, expõe o mesmo desafio de rentabilidade que existe na Magnetis, exceto pela comparação com o índice Ibovespa, que não existe nem no gráfico de rentabilidade do pilar de renda variável do portfólio.

Na Monetus é necessário a transferência para uma corretora de valores própria (Amaryl Franklin) em uma conta que não está sob sua titularidade. Entretanto, já fiz 3 depósitos até então e nunca tive problemas. Os investimentos são feitos no mesmo dia se o TED for realizado pela manhã.

Como comentei no texto inicial desse teste comparativo de rentabilidade entre as gestoras digitais, em Setembro de 2019 a Monetus implantou uma excelente novidade na plataforma: disponibilizou mais dois fundos de fundos (multimercado e debêntures incentivadas) e permitiu que os clientes alterassem automaticamente a composição de sua carteira de investimentos.

Aloquei 20% do total no fundo de debêntures incentivadas. Assim, a partir dessa data a composição da carteira ficou como abaixo, preservando o pilar de renda variável de 33%.

Acompanhe a rentabilidade mensal das carteiras de investimentos nas gestoras digitais (Magnetis, Monetus, Warren e Vérios) e a performance de seus robôs de investimentos no rendimento do portfólio.

Warren

Na plataforma de acompanhamento da Warren, podemos avaliar o rendimento da carteira de investimentos no mês, nos últimos 30 dias ou por todo o período de investimento. Da mesma forma que a Monetus, é possível consultar o saldo bruto e o líquido. Os rendimentos também são entregues separadamente no pilar de renda fixa e renda variável, e nesse, divididos em ações no Brasil e nos EUA.

Assim como a Magnetis, existe a possibilidade de adicionar índices como IPCA e rendimentos da poupança no gráfico comparativo, porém, não é possível compará-los com índices mais arrojados, como CDI e IBOV. Ser melhor do que a poupança e inflação não faz, necessariamente, uma carteira de investimentos possuir um bom rendimento.

Os depósitos na carteira de investimento digital são realizados da mesma forma que na Monetus: através de um depósito em uma conta da corretora de valores Pilla, sob outra titularidade. Da mesma forma que na Monetus, entretanto, já fiz 3 depósitos sem quaisquer problemas, cujos investimentos foram efetivados no mesmo dia, caso a TED seja feita pela manhã.

Vérios

Como comentei no artigo anterior (com um bom debate adicional nos comentários abaixo), a Vérios é a única gestora digital que não permitiu o investimento em renda variável para carteiras com valores abaixo de R$ 50mil no momento que iniciei o investimento.

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Em agosto de 2019, eles diminuíram essa necessidade para um valor mínimo de 25mil: a partir desse patamar agora é possível investir em renda variável. Nessa comparação ela continuará com a mesma alocação, seja para mantermos a mesma base inicial ou para inferir conclusões sobre um portfólio baseado apenas na renda fixa e outro com renda variável.

O acompanhamento dos títulos comprados no Tesouro Direto é, por outro lado, muito bem vindo e transparente. Além da fácil checagem de rentabilidade através de sua plataforma, é possível a conferência de seus títulos públicos através do próprio site do Tesouro Direto, o que lhe dá uma segurança adicional de portabilidade.

Uso inclusive o saldo do TD para preencher a tabela de rentabilidade, uma vez que o saldo líquido apresentado pela Vérios também não considera o desconto do imposto de renda. No site do Tesouro Direto, podemos obter esse dado diretamente.

Como as demais, entretanto, faltou uma comparação do rendimento de sua carteira com um benchmark adequado. Para uma carteira com 100% em renda fixa, plotar o gráfico da variação do CDI ou da remuneração da poupança poderia ajudar a visualizar melhor o desempenho da carteira. O único benchmark que existe nos gráficos é a taxa de inflação, que, como já comentamos, está muito longe de uma meta a ser superada.

Os investimentos são feitos através de uma conta sob sua titularidade na corretora Rico, semelhante à Magnetis. Diferentemente dessa última, entretanto, que dá ao usuário a responsabilidade de entrar na sua plataforma e efetivar o investimento mediante o saldo disponível, na Vérios o investimento pode ser feito automaticamente, assim que seu depósito for reconhecido na corretora Rico.

Comentários das rentabilidades

Comentários das carteiras de investimentos digitais dos últimos cinco meses de 2018

O acompanhamento da carteira digital começou em agosto de 2018. Até o mês de dezembro do mesmo ano, tivemos uma valorização de quase 11% no Ibovespa e uma queda de quase 12% do S&P 500. Isso certamente beneficiou as carteiras com renda variável, notadamente as com maior parcela de ações brasileiras.

A Warren, mais exposta ao exterior, sofreu fortemente, ficando na lanterna ao final do ano. A Monetus largou na frente nesses cinco meses, poucos metros na frente da Vérios.

Como dito anteriormente, a Vérios não possui alocação em renda variável. Então, o que a beneficiou?

Ela surfou na onda da queda das taxas de juros futuros, o que fez com que papéis em renda fixa de longo prazo valorizassem muito. Como exemplo, os juros futuros com vencimento em 2025 tiveram queda de mais de 20%, com a perspectiva de melhoria na economia do país em meio à animação do mercado com as eleições presidenciais.

Apenas duas gestoras conseguiram ficar acima do CDI nesse período: Monetus e Vérios, enquanto Magnetis e Warren ficaram devendo. No final do texto há um gráfico e tabelas interativas para acompanhar a rentabilidade de cada carteira de investimento e dos índices para comparação.

Comentários das carteiras de investimentos digitais no primeiro semestre de 2019

O primeiro semestre de 2019 foi marcado por um avanço em praticamente todos os índices do mercado financeiro. Tanto os índices de ações, seja o IBOV como o S&P500, assim como o IMA Geral, que rege a valorização dos títulos de renda fixa apresentaram ganhos entre 10 a 20%. 

Nessas condições, todas as carteiras foram beneficiadas no processo, sendo que o aumento de mais de 18% do índice das ações americanas impulsionou o rendimento da Monetus e principalmente da Warren, que possuem alocações maiores desses ativos.

No semestre, a Warren foi a campeã com valorização de 9,09%, um valor 3 vezes maior do que o CDI (3,07%), compensando parcialmente o rendimento baixo que obteve no final de 2018. Entre as 3 que possuem renda variável na carteira, a Monetus veio a seguir com valorização de 7,31%, quase empatada com a Magnetis, que obteve 7,26%.

Já a Vérios continuou beneficiando-se da grande queda dos juros dos títulos de longo prazo vendendo a baixa alocação que ainda possuía (a exposição no momento está concentrada em títulos pós-fixados) e perfazendo um bom rendimento de 7,97% da carteira no semestre.

É um rendimento instigante, que, apesar do crescimento do IMA-Geral só pode ser explicado por um timing quase perfeito de compra e venda de títulos de vencimentos diferentes, uma vez que a maior parcela está em títulos pós-fixados.

O segundo semestre será bem mais desafiador para a Vérios, uma vez que a renda fixa deve entregar bem menos com a queda de juros já precificada.

Comentários das carteiras de investimentos digitais no segundo semestre de 2019

Nesses quatro meses do segundo semestre, o IMA-B continua em elevação, em virtude das quedas das taxas de juros (ontem chegamos a incríveis 5,0%). O indicador subiu 4,38%, o que beneficia em maior escala a carteira da Vérios, baseada apenas em renda fixa.

O Ibovespa sobe no semestre 6,19%, enquanto o S&P500 atinge uma rentabilidade de 3,26%. Isso beneficia as demais carteiras, com cerca de 33% alocadas em renda variável, sendo que a Warren e Monetus possuem uma alocação mais intensa em ações nos Estados Unidos.

Todos esses indicadores estão acima do CDI, que, de Julho a Outubro não alcançou os 2%. Porém, com a queda das taxas de juros, vai ficando cada vez mais fácil atingir a meta de superação do CDI, concordam? Exatamente por isso que resolvi acrescentar na comparação um benchmark mais arrojado: o IPCA + 5%. Veja mais na seção dos resultados logo abaixo.

No semestre, a campeã de rentabilidade continua sendo a Monetus, com 7,55%, embora em outubro ela ficou em terreno negativo (-0,22%). Isso ocorre porque ela continua com mais de 50% de sua carteira de ações brasileiras expostas a apenas três empresas (Banco Inter, Natura e Hering), que performaram mal no mês de outubro.

Na sequência, vemos a Vérios apresentando uma boa rentabilidade no semestre, com 3,60%, mas abaixo do indicador IMA-B (4,38%), e bem acima dos indicadores de referência. O não acompanhamento do indicador de juros futuros deve-se basicamente ao fato de que cerca de metade do portfólio está alocado em juros pós-fixados (Tesouro Selic).

Warren (2,55%) e Magnetis (2,22%) vêm a seguir na rentabilidade desse semestre, com ambas superando os indicadores de referência, embora que, para o novo indicador, a Magnetis passou raspando. Ambas ainda precisam remar bastante para aproximar-se da rentabilidade acumulada das duas primeiras. Veja os gráficos e tabelas abaixo para mais detalhes das rentabilidades mês a mês.

Resultados acumulados: como os robôs de investimentos estão se saindo

A comparação entre as carteiras é apresentada no gráfico abaixo com base inicial 100. Além disso, são considerados dois benchmarkings para confrontação: o CDI e, agora, o IPCA + 5%. Os valores são líquidos, ou seja, já estão computados as taxas de administração cobradas e os impostos devidos.

Na proposta inicial da comparação, o bechmarking de comparação escolhido foi o CDI. Porém, com a queda atual das taxas de juros, entendo que ele está ficando obsoleto. Vou manter ambos, pois o CDI ainda é importante no sentido de que títulos privados, como CDBs e LCIs são ofertados com esse indicador e podem servir de base de comparação com os fundos dos robôs de investimentos.

Por que houve a inclusão do IPCA + 5% nos benchmarkings?

A inclusão desse indicador partiu de alguns debates que li e conversas que troquei com algumas pessoas da finansfera, como o Guilherme, do blog Valores Reais. No patamar que está o CDI, não tem muito mais sentido usá-lo como um fator de comparação. Ao menos como um desafio aos fundos.

Dependendo da faixa de imposto de renda em que se situa seu investimento, a taxa de juros reais da economia já se encontra equivalente à inflação, e tende a cair mais com a previsão de mais cortes da Selic no futuro. Logo, precisamos de um indicador mais robusto a ser batido.

Escolhi, ao menos por ora, o IPCA com um acréscimo de 5% ao ano de juros. Por que 5%? Foi arbitrário, não há em nenhum manual o que seria mais adequado. Como comentei no texto anterior, se é mais importante poupar ou investir bem, 5% é uma taxa de juros razoável para pensarmos em crescimento de uma carteira de longo prazo. É uma taxa média, que não exige muita expertize de pessoas que vivem o mercado financeiro. Em outras palavras, pode-se tranquilamente exigir tal meta a um gestor de investimentos.

Retirei do gráfico o acumulado do Ibovespa e S&P500, pois, uma vez que as carteiras de investimentos digitais funcionam como fundos multimercados, não tem muito sentido a comparação. Além disso, a ampliação necessária da escala (uma vez que suas volatilidades são mais altas) prejudicam uma melhor visualização da rentabilidade das carteiras. De qualquer forma, mantenho-os nas tabelas interativas logo abaixo.


Bem, e como se saíram as gestoras digitais no acumulado de quinze meses? A Monetus continua na liderança com uma rentabilidade acumulada de 19,51%, performando quase 250% do CDI e cerca de 180% do IPCA+5%.

Como comentei anteriormente, a Monetus possui uma gestão mais ousada, concentrando sua carteira de renda variável em poucas empresas e colhendo os frutos dessas escolhas (possui mais de 50% da carteira em apenas três ações: Banco Inter, Hering e Natura). A Monetus, vem, entretanto, como mostra a boa prática, rebalanceando corretamente a carteira através de seus robôs, e temos sempre embolsado os ganhos recebidos.

A partir de setembro de 2019, como comentei anteriormente, o portfólio foi rebalanceado com a adição do fundo de debêntures incentivadas, tomando 20% da alocação do fundo padrão de renda fixa da gestora.


A Vérios manteve a segunda colocação, beneficiada pela contínua queda das taxas de juros. No acumulado de 15 meses, obteve uma valorização de pouco mais de 15%. Está aproveitando as últimas quedas na Selic para obter uma rentabilidade adicional das carteiras.
Supera o CDI emq uase 200% e o IPCA+5% em mais de 140%.

A
Warren, mais exposta às ações americanas, atingiu uma rentabilidade acumulada de 9,38% nos últimos 15 meses, praticamente voltando a empatar com a Magnetis, que atingiu 9,39%. Ambas estão com um rendimento acumulado acima do CDI, com pouco mais de 120% do indicador, mas estão abaixo do novo indicador de IPCA+5%. Precisam melhorar para justificar uma boa gestão de seus fundos.

Segue o gráfico atualizado com investimento inicial com base 100 e as tabelas interativas em seguida, onde é possível checar a rentabilidade mensal de cada gestora (ou índice), seja por comparação entre elas, como pelo histórico mensal.

Gráfico do rendimento das carteiras digitais frente aos benchmarkings

Gráfico da rentabilidade das carteiras digitais e robôs de investimentos atualizado

Tabelas interativas do desempenho das carteiras digitais e seus robôs de investimentos

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