ETFs x ações individuais: o que é melhor?


A dúvida entre comprar fundos de ações como ETFs ou ações individuais persistem entre os investidores iniciantes.

O problema é que há muita desinformação por aí. Veja um desses casos a partir de um podcast do Bastter.


Sou um assíduo ouvinte de podcasts. Eles são ótimos para ajudar a passar o tempo enquanto estamos em atividades sem necessidade de concentração.

Ontem, enquanto estava correndo na esteira, a publicação de um dos podcasts do Bastter sinalizou no smartphone. Em geral, não gosto do canal, mas mantenho-o no cadastro, pois às vezes aparece algo interessante.

Foi o que imaginei para esse podcast em particular, uma vez que falaria sobre investimentos no exterior e as vantagens e desvantagens da escolha de ações individuais sobre a compra de ETFs, os fundos de índice passivos de renda variável. Mas não foi bem isso o que ocorreu.

Ele falou apenas das vantagens das escolhas das ações individuais. Aliás, se ficasse por aí, menos mal. Não precisava, entretanto, proferir tantas bobagens contra os ETFs. Para quem esperava uma análise honesta sobre os pontos positivos e negativos de ambos, foi uma decepção.

ETFs: fundos de índice de investimentos ou comprar ações individuais?
O que rende mais: fundos de índice (ETFs) ou comprar ações individuais?

As desvantagens apontadas dos ETFs (e a ausência de vantagens)

O podcast foi apresentado por um tal de Huoya (do qual nunca tinha ouvido falar) e durante todo o programa, ele insistiu em várias frases prontas (e falsas) para reforçar o seu ponto de vista. No fundo, ele parecia mais interessado em fazer com que os clientes realizassem cadastros em corretoras estrangeiras e enviassem dinheiro através da Remessa Online, a qual o Bastter possui, como esse blog, vouchers de desconto com uma comissão embutida.

Não é feio oferecer links afiliados. Porém, se o site deseja manter sua independência e credibilidade junto aos leitores, precisa ser honesto nos argumentos oferecidos a eles. No caso desse blog, regularmente é feita uma comparação entre a Remessa Online e seus concorrentes, além de outros acompanhamentos para certificar-me de que é a melhor escolha para enviar dinheiro ao exterior. Sem formação de barra. Clique abaixo para checar, se houver interesse.

O podcaster começou dizendo que investir em ETFs no Brasil não significa investir em empresas do exterior, pois o dinheiro fica aqui. Posteriormente, disse que fundos de índices não são uma forma de diversificação. Depois, com uma arrogância característica do pessoal do Bastter, disse que é “muito fácil” escolher boas empresas. E, ao final, ampliou seu repertório de bobagens quando compara a gestão ativa de fundos de investimentos ativos com fundos passivos como ETFs.

Vamos ver cada uma de suas tolices.

1) É possível investir em ações no exterior através de ETFs no Brasil?

Segundo o amigo da Bastter não.

É óbvio que ele sabe que existem muitos ETFs que seguem índices de bolsas americanas, europeias e de outras regiões, os quais você pode comprar aqui mesmo do Brasil, através de seu home-broker. O mais famoso é o IVVB11, que representa o índice S&P 500. Mas para ele, investir em ações no exterior não é investir no exterior.

Como assim? Poderíamos até rodear o argumento em dizer que, como não retiramos nosso dinheiro do Brasil não estamos investindo no exterior. Mas será que não seria forçar demais a barra?

É claro que estamos investindo no exterior! Afinal, ações de empresas estrangeiras não são ações de empresas fora do Brasil? Cotas de REITS não são cotas de imóveis lá fora?

O argumento honesto: investir em ETFs ou comprar ações das empresas diretamente?

O moderador não precisaria ficar insistindo a todo momento que quem não compra as ações diretamente de uma corretora no exterior e investe através de ETFs não está investindo no exterior. É superficial. É leviano. Argumentos melhores seriam:

  1. É possível investir em ativos no exterior através de ETFs negociados no Brasil pelo seu home-broker como os fundos passivos de ações americanas IVVB11 ou SPXI11. A vantagem seria clara: não é necessário enviar dinheiro para fora e você pode controlar mais facilmente seus investimentos.

  2. Você, não retirando seu dinheiro do Brasil, estaria sujeito apenas ao risco-país. Se ocorrer algo mais drástico, como na Venezuela, por exemplo, o que você possui são papéis, e poderiam ser confiscados pelo governo brasileiro. Essa seria a desvantagem maior.

  3. Em relação às taxas, há vários cenários possíveis. Você precisa computar as taxas de transferências, de câmbio (spreads) e a administração de cada fundo ou corretora. Fiz uma pesquisa privada há uns dois anos e não vi vantagem nas taxas lá fora, computando todas as variáveis.

Ou seja, há cenários para debates, algo que o podcaster não apresentou nem de longe. Para mim, ficou muito claro que seu intuito era fazer apenas com que o cliente usasse seu cupom de afiliação. Ou então é muita limitação de conhecimento.


2) Investir em ETFs é uma forma de diversificar sua carteira?

O moderador da Bastter também fica um bom tempo batendo nos ETFs dizendo que eles são uma falsa sensação de diversificação. Como assim?

O investimento nos ETFs possuem várias desvantagens, como por exemplo, no Brasil, o pagamento de imposto de renda sobre os dividendos das empresas. Quando temos ações individuais, os recebemos livres de impostos, mas nos ETFs, eles são incorporados às cotas, o que faz que, no dia do resgate, o imposto pago os inclua.

Porém, não está entre as desvantagens a “falsa sensação de diversificação”. Na verdade, você está muito bem diversificado, dentro daquele conjunto de ativos. Depende, entretanto, de como você monta sua carteira da investimentos: é claro que para diversificar entre categorias diferentes, podemos escolher vários ETFs.

Por exemplo, você pode dividir a alocação de ações no Brasil entre o BOVA11 (ou BOVV11) e o SMAL11 (ou SMAC11, novo ETF lançado pelo Itaú em fev/2020). São grupos de ações diferentes: o primeira ETF foca as ações mais negociadas na bolsa e o segundo, mas ações com pouca negociação. Poderia-se pensar também no DIVO11, índice composto por ações pagadoras de bons dividendos.

No exterior, você pode investir em ETFs de grandes empresas, em vários índices e de REITS, os fundos imobiliários americanos. Pode investir em ações de empresas globais, europeias ou asiáticas.

Mas tem sentido falar que possuir um ETF seria “não” estar diversificado?Segundo o podcaster, se um ETF possui, dentro dele, uma concentração maior de algumas empresas, ele não pode ser considerado um ativo de diversificação. Que coisa mais sem pé e cabeça… Vai tentar montar uma carteira com a diversificação igual a de um ETF e veja que trabalho dá…

O argumento honesto: ETFs auxiliam a diversificação de meus ativos?

É claro que sim. Como anteriormente, existem alguns pontos de debates, com vantagens e desvantagens que o moderador não desenvolveu de forma a orientar melhor seus ouvintes. Vamos a eles:

  1. A diversificação existe nos ETFs. É motivo de debate até se ela não é excessiva, uma vez que a quantidade de ativos que existem normalmente nos ETFs é muito grande.

  2. A qualidade da diversificação é questionável. Em um ETF existem ativos bons e ativos ruins. Logo, você sempre ficará na “média” do mercado, sem obter rendimentos excelentes, mas também sem correr o risco de ter grandes prejuízos.

  3. Para obter uma diversificação plena de classe de ativos, é necessário investir em ETFs com objetivos diferentes.

3) É fácil escolher “boas” empresas e realizar uma boa diversificação?

O Huoya repete várias vezes no podcast que é muito fácil escolher “boas” empresas e montar sua própria carteira de investimentos. Não é assim. Eu possuo e mantenho uma carteira diversificada por quase 15 anos e não é fácil não… Quem diz que é fácil, apenas contraria o discurso e prática, pois eu mesmo já acompanhei o Bastter em outros momentos da minha vida e sou testemunha como eles já falaram bobagens por lá.

Com uma autoridade e egolatria que assustaria até Warren Buffet, ele fala tranquilamente que devemos escolher as empresas que serão vencedoras e evitar as que serão perdedoras no futuro. Simples assim. Relaciona empresas que cresceram muito nos últimos anos e assinala que era muito “fácil” perceber que elas se valorizariam. Querer adivinhar o futuro olhando pelo retrovisor é fácil, não?

Mesmo desconsiderando sua presunção, o podcaster vê apenas uma realidade e a entende como a “verdade”. Não sou um apoiador do relativismo, mas no caso em questão, isso depende fortemente do tempo que você tem ou quer deixar disponível para se dedicar ao assunto.

Uma das mudanças que minha filha fez em sua carteira de investimentos que ajudei a montar, foi a compra de ETFs. Escrevi que essa decisão teve origem na forma como ela prefere se relacionar no mercado financeiro: acompanhar sua carteira, diversificá-la, mas dando prioridade ao seu trabalho particular.

Ela está ciente de que, para cada ETF, irá navegar pela média do mercado, e o que fará superar a maioria dos investidores é a gestão de sua alocação de ativos, usando bem o potencial dos rebalanceamentos. Ambos assuntos já foram tratados no blog e podem ser acessados pelos links.

O argumento honesto: o TEMPO e INTERESSE de cada pessoa é fundamental para a resposta

Os palpiteiros da internet precisam entender que cada pessoa tem uma realidade, diferente da dele. Ele deveria apresentar as vantagens e desvantagens de cada opção e o seu público definir qual a melhor para ele próprio. O que poderia ser debatido com essas questões:

  1. Se você tem tempo e interesse, pode valer a pena dedicar-se ao estudo das empresas. Se for uma pessoa inteligente, possuir bom senso, capacidade analítica, entender o mercado onde ela está inserida, estudar também seus concorrentes e ter uma boa visão de políticas econômicas, nacionais ou globais, você pode performar acima da média. Mas não é tão fácil, percebe?

  2. Se você tem tempo, mas não tem interesse, foque em investir na formação de uma boa carteira de investimentos com os ETFs como alguns de seus pilares. Ela não exigirá tanto estudo, mas demandará um tempo para pedir alguns rebalanceamentos e uma boa gestão de risco.

  3. Se você não tem tempo e nem interesse, delegue. Gaste uma energia inicial escolhendo bons gestores de fundos multimercados, reserve um fundo de emergência líquido e sem risco para despesas e inesperados e seja feliz. Não sinta culpa por alguém ficar falando que você precisa ficar escolhendo boas ações.

Em um post sobre o final do ano, encorajei as pessoas a descobrirem qual é a forma ideal para elas se relacionarem com o mercado financeiro e gerenciar seus investimentos, nomeando os perfis acima de resignado, equilibrado e entusiasta. Leia um pouco mais sobre perfis financeiros aqui, se desejar.

4) Fundos de investimentos não batem ETFs?

Mais ao final do podcast, o influenciador adentrou pela seara dos fundos de investimentos ativos, dizendo que a maioria não batem os fundos passivos como ETFs porque… rodam muitos seus ativos.

Mas será que a pessoa que disse que é muito fácil escolher “bons” ativos não se contradisse totalmente nessa questão, fazendo uma relação de causa e consequência que só existe na cabela dele? Vejamos…

  1. Gestores de fundos procuram valor nos ativos. Eles estudam as empresas: é exatamente o que ele propõe para cada investidor individual. Escolher boas empresas e, se elas deixarem de ser atrativas, trocá-las. Uma breve análise das maiores empresas de cada década deixa claro que não adianta apenas comprar ações e sentar em cima delas. Temos que permanentemente reavaliá-las. E isso significa troca na carteira de investimentos. E, para o podcaster, é isso que faz com que o rendimento dos fundos ativos seja baixo.

  2. Gestores de ETFs giram muito pouco seus ativos: eles seguem o índice. Ora, mas não é exatamente o que ele defendeu nessa observação: que devemos evitar girar os ativos? Nesse caso, seria por isso que os ETFs teriam melhores rentabilidades? Afinal, ele quer que escolhamos nossas ações e sentemos em cima deles para sempre então? Como então investir em valor quando as condições das empresas mudam?

Percebe-se que o foco dele é a avaliação de uma carteira de investimentos com ativos escolhidos a dedo por cada pessoa. Mas relacionar alto giro com rentabilidade está totalmente fora do contexto, concordam?

Enfim, ETFs ou ações?

O moderador da Bastter teve por objetivo convencer o ouvinte de que, para você ter uma carteira globalmente diversificada, você precisa comprar individualmente ações e cotas de empresas, evitando os ETFs.

Imagine o trabalho… Imagine novamente.

Segundo ele, isso é muito fácil. Afinal, é muito natural encontrar boas empresas que irão só crescer a longo prazo. Ainda, segundo ele, quem compra ETFs são um bando de preguiçosos (lá pelos 56 minutos, caso você deseje ouvir por si mesmo).

Eu não tenho nada contra a quem deseja ser um investidor global e completo. Pelo contrário, tenho o maior respeito por pessoas que buscam ser melhores que o mercado. Eu mesmo, nos últimos 15 anos, operei dessa forma e estou bem satisfeito com os resultados.

O que ele não entendeu é que existem diferentes aspirações. Ou ainda, ao longo da vida, elas podem se alterar. Já comentei aqui no blog que pretendo, aos poucos, terceirizar meus ativos e estou fazendo um teste de rentabilidade entre minha carteira de investimentos ativa e passiva, avaliando se a diferença compensa o tempo investido em análises.

Será que virei um “preguiçoso”? Ou estou reavaliando as prioridades da minha vida? É uma pena que conselhos tão frívolos e irresponsáveis como esses possuam destaque no mundo financeiro. Uma pena maior é que, em geral, os seguidores dos propagadores de respostas fáceis para perguntas difíceis sejam tão influenciados por bobagens como essas.

O Bastter tem sim suas qualidades, mas sugiro pinçar com cuidado as coisas que prestam. A “aversão às XXXX4” e “o preço não importa” não estão entre elas…

Explore mais o blog pelo menu no topo superior!…
Ou ouça a entrevista que fiz para o podcast do blog SRIF365.

E, se gostou do texto, por que não ajudar a divulgá-lo compartilhando em suas redes sociais?

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Simplicidade e Harmonia
Visitante

André,

Muito bom o seu post.
Precisamos ter muita cautela com indicações, pois muitas delas acabam resultando em prejuízo.
Aproveitando o tema, o que você acha das casas de research como Suno, Nord e Eleven?

Abraços,

André
Admin

Olá Rosana! É verdade, filtros são necessários em todos os canais, como citei aqui para o Cowboy. Na Suno e Empiricus, idem. Na primeira não gosto do Tiago. Acho ele fraco e sua maior motivação é ferrar com a Empiricus. Chega a ser leviano em várias situações. Quanto à Empiricus, ela é enorme. Eu gosto do Felipe, a gente tem pensado muito igual ultimamente. Hoje ele dá o maior valor à diversificação e uma gestão ativa da carteira através do rebalanceamento, estratégia que sigo há mais de 10 anos. Ele largou um pouco a ideia de fazer trades, de ficar… Read more »

André
Admin

Oi Rosana, apenas um comentário que esqueci mas acho que vale a pena: na Suno, gosto do didatismo e conhecimento do Baroni, de FIIs. Mas também acho que ele não se sente vontade à recomendar investimentos. Estranho, né?

Acho que ele é excelente para análise do mercado, dos fundos, combativo nos direitos dos minoritários, mas fica inseguro em fechar uma call incisivamente. Tipo: “compre isso, vale a pena”. Esse tipo de postura tira um pouco da credibilidade.

Abraços!

Simplicidade e Harmonia
Visitante

André, Agradeço pela resposta tão completa. Esqueci de citar a Empiricus, pois não a acompanho. Mas depois do que disse, vou olhar o canal deles no YouTube também. Concordo que o Baroni é excelente nas análises, mas sobre indicações, tanto ele quanto o Tiago só indicam nas carteiras para assinantes. Acho meio desagradável eles ficarem lembrando isso nas lives. Às vezes essa parte fica até bem artificial. Poderiam fazer como a Nord, que vez por outra indicam uma ou outra ação. Como possuem várias ações na carteira, indicar uma ou outra poderia dar até uma certa credibilidade aos produtos. Acompanhei… Read more »

André
Admin

Olá Rosana!

No canal do YouTube não posso opinar, pois não uso muito o serviço.

Conheço pouco da Nord, mas a princípio, gosto mais do Ricardo. Ele transmite mais confiança.

Abraço e feliz Ano Novo!!

Cowboy Investidor
Visitante
Cowboy Investidor

Olá, André.

Parabéns pelo post. Concordo contigo. Cada um sabe o que é melhor para si. Eu mesmo prefiro investir em ações individuais aqui no Brasil, mas quando for investir no exterior irei comprar ETF para pagar menos impostos e claro, há muitos ETF bons.
O site do Bastter é uma seita. Os seus ajudantes seguem a mesma linha. Alguns seguidores são enxotados de lá por pensar um pouco diferente. Eu vejo algumas coisas no site, mas eu só fui assinante por 1 ano. Chega uma hora a gente vê que há muita besteira lá.

Abraços!

André
Admin

Legal, Cowboy! Eu também pretendo colocar o pezinho no exterior através de ETFs ou fundos de gestão ativa.

Sim, precisamos filtrar as coisas boas e ruins, que existem em todos os canais. Em determinados deles, tomar um cuidado adicional.

Abraços!

Humberto
Visitante
Humberto

Ótimo texto Viagem Lenta (não encontrei seu nome). Temos que filtrar muito do que o Bastter fala. Ele é o reizinho das frases prontas e da razão. Uma época atrás o site Infomoney era (aínda é?) bloqueado no fórum (ditadura?).

Enquanto temos diversos livros em língua inglesa que defendem a alocação em ETF’s justamente com base na dificuldade dos não-economistas em avaliar empresas. Além de ser comprovado que seguir um índice no longo prazo é sinônimo de sucesso.

Se alguém lhe diz o contrário ou nem abre espaço para discussão, pense duas vezes em seguir qualquer orientação dessa pessoa.

Abraços!

André
Admin

Olá Humberto! Meu nome é André!

Sim, esse marketing de usar frases prontas pode ser útil para agregar a manada, mas eu também torço o nariz para eles. Acho que nada é algo “pronto”, o “depende” é muito útil antes de tomar decisões, pois faz a gente pensar mais e encontrar alternativas melhores.

Pessoas, realidades e objetivos diferem-se. Como não haver debate, né?

Abraços e obrigado pelo comentário!

marcelo
Visitante
marcelo

esperando algum robô/seguidor/pessoa paga pelo bastter/empregado do baster vir aqui encher o saco em 3, 2….

André
Admin

Humm , Marcelo, será? 🙂

Abraço!

zezinho
Visitante

Olá, meu caro.
Tudo bem?
Eu parei a leitura no primeiro item 1 do post só para fizer o seguinte:
Eu já gostava do conteúdo. E hoje passei a gostar mais. Eu já tinha usado o seu voucher do remessa on line e, a partir de hoje, usarei mais vezes.
Bastter é um vendedor de produtos… como assinatura de seu site por exemplo.
E, como todo vendedor, tem que se esforçar para te convencer que ele está certo.
E seus assinantes se sentem ofendidos assim como um seguidor do Osama Bin Laden se vocÊ falar que Osama está errado.
Abraco… agora voltarei À leitura do post

André
Admin

Olá Zezinho! Minha crítica ao uso do cupom não foi dirigido ao fato da venda em si. Acho que todos devem ter o direito de serem remunerados pelo o que fazem. Mas acredito que as coisas devem ser colocadas de forma honesta. Quanto aqui ao blog, confesso que sinto um pouco de desconforto quando as pessoas enxergam o Viagem Lenta como “vendedor” de produtos, embora que, pelo fato de recomendarmos a Remessa Online, isso possa ocorrer para alguns. Essa parceria só existe porque vejo vantagens na utilização do cupom, como você já deve ter visto no texto que faço a… Read more »

Renato
Visitante
Renato

Nossa esse Huoya é um jumento com J maiúsculo. Não tinha ideia que o pessoal do Bastter fosse tão ruim, achei que eles eram bem quistos !

André
Admin

Olá Renato!

Acredito que, como em todos os lugares, há pessoas boas e ruins. Vejo isso em casas como a Empiricus, Suno, etc. Mas eu confesso que tenho um viés um pouco mais negativo para eles, visto que sinto uma atitude de “siga o mestre” por lá. Pode perceber que alguns mantras não são questionados por ninguém. Falta pluralidade. Pode ser apenas uma impressão, mas…

Abraço!

André
Admin

Pessoal, segue o link de parte dos comentários no Disqus, que não migraram para o WordPress mas continuam em sua plataforma. Muitos, nem por lá estão mais…

https://disqus.com/home/discussion/viagem-lenta/etfs_x_acoes_no_exterior_o_que_e_melhor/

Se desejarem ler mais sobre o assunto, ou comentar com sua conta Disqus, ou ainda, se tiverem conhecimento desse bug de migração e quiser ajudar, é só enviar um email para mim.

Obrigado!